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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Ditos Gaúchos

Abichornado...
- como urubu em tronqueira.
- viúvo que se deu bem em casamento.

Mais afiada...
- que língua de sogra.
- que navalha de barbeiro caprichoso.

Alegre...
- como lambari de sanga.
- que nem paisano a meia-guampa.

Amarga...
- como erva caúna.

Mais amontoado...
- que uva em cacho.

Mais ansioso...
- que anão em comício.

Mais apertado...
- que queijo em cincha.
- que bombacha de fresco.
- que rato em guampa.

Mais apressado...
- que cavalo de carteiro.

Mais arisco...
- do que china que não quer dar.

Assanhado...
- como solteirona em festa de casamento.
- como lambari de sanga.
- como ganso novo em taipa de açude.

Mais assustado...
- que cachorro em canoa
- que cavalo passarinheiro.
- guri em cemitério

Mais atirado...
- que alpargata em cancha de bocha.
- capataz de estância grande

Mais atoa...
- que guri no mato.

Atrapalhado...
- que nem cego em tiroteio.
- que nem sapo em cancha de bocha.
- feito discurso de turco

Mais atrasado...
- que risada de surdo.

Babava...
- como boi com aftosa.

Tão baixinho...
- que quando peida levanta poeira do chão.

Baixo como...
- vôo de marreca choca.
- tamborete de china.
- umbigo de cobra.
- barriga de sapo.

De boca aberta...
- que nem burro que comeu urtiga.

Bom...
- como namoro no começo.
- como faca achada.

Bonita...
- que nem laranja de amostra.

Buliçoso...
- como mico de viúva.
- como gato de moça velha. Cara amarrada...
- como pacote de despacho.

Chato...
- como chinelo de gordo.
- como colchão de gordo
- que nem gilete caída em chão de banheiro.

Cheio...
- como corvo em carniça de vaca atolada.
- como penico em dia de baile.
- como barril de chopp em festa de crente.
- como bolsa de china.
- como mala de contrabandista.

Cheirando bem...
- como cogote de noiva.

Cobiçada...
- como anca de viúva nova e bonita.

Mais Colorida...
- do que bombacha de turco.

Mais comprido...
- que putiada de gago.
- que trova de gago.
- que esperança de pobre.
- que suspiro em velório.
- que cuspe de bêbado.

Mais conhecido...
- do que parteira de campanha.
- que feijão em cardápio de quartel

Mais constrangido...
- que padre em puteiro.

Contrariado...
- como gato a cabresto.

Coxuda...
- como leitoa no engorde.

Mais curto...
- que coice de porco.
- que estribo de anão.

Desconfiado...
- como cego que tem amante.

Devagarzito...
- como enterro de viúva rica.

Mais difícil...
- que nadar de poncho e dormir de espora sem rasgar lençol.

Dinheiro na mão de pobre é...
- como cuspe em ferro quente.

Dorme...
- atirado que nem lagarto.

Mais duro...
- que salame da colônia.

Engraxado
- que nem telefone de açougueiro.

Empacado...
- como burro de mascate.

Mais encolhido...
- que tripa grossa na brasa.

Enfeitado...
- como bidê de china.
- como bombacha de turco.
- como mula de mascate.
- como carroça de cigano.
- como quarto de china.
- como santo milagroso.
- como guaiaca de gringo.

Mais enrolada...
- que lingüiça de venda.
- que namoro de cobra.

Mais entravado...
- que carteira de sovina.

Esburacado...
- como poncho de calavêra.

Escasso...
- como pêlo em recavém de touro .
- como passarinho em zona de gringo.

Esfarrapado...
- que nem poncho de gaudério.

Esparramados...
- como dedos de pés que nunca entraram em botas.
- que pé de gringo.

Extraviado...
- que nem chinelo de bêbado.

Faceiro...
- que nem ganso novo em taipa de açude.
- como pica-pau em tronqueira.
- como mosca em tampa de xarope.
- como guri de tirador novo.
- como passarinho velho em gaiola nova.
- como lambari em poça d’água.

Mais fechado...
- que baú de solteirona.

Mais fedorento...
- que arroto de corvo.

Feia...
- como mulher de cego.

Mais feio...
- que indigestão de torresmo.
- que rodada de cusco em lançante.
- que briga de foice no escuro.
- que paraguaio baleado.
- briga de touro.
- facada na bunda
- tombo de mão no bolso.
- que sapato de padre.

Feliz...
- como pinto no lixo.
- como puta em dia de pagamento de quartel
- como milico em dia de soldo

Mais Fino
- do que assobio de papudo.

Firme...
- que nem palanque em banhado.
- que nem prego em taquara.
- como beliscão de ganso.

Folgada...
- como luva de maquinista, que qualquer um mete a mão.
- como peido em bombacha.
- como cama de viúva.

Mais por fora...
- que surdo em bingo.
- que cabelo de côco.
- que cotovelo de caminhoneiro.

Mais forte...
- do que peido de burro atolado.
- que porteiro de cabaré.

Frio...
- de empedrar água do poço.

Ganiçando...
- como cusco que levou água fervendo pelo lombo .

Mais gasto...
- que fundilho de tropeiro.

Gordo e lustroso...
- como gato de bolicheiro.
- como cusco de cozinheira.

Mais Gordo...
- que noivo de cozinheira.

Mais gostoso...
- que beijo de prima.

Mais grosso...
- que nem toco de açougue.
- que dedo destroncado.
- que parafuso de patrola.
- que papel de enrolar prego.
- que mandioca de dois anos.
- que rolha de poço.
- que porta de cofre.

Mais grudado...
- que bosta em tamanco de leiteiro.

Mais informado...
- que gerente de funerária.

Alma inquieta ...
- como galho de sarandi tocado pelo vento.

Mais intrometido...
- que piolho na costura.

Judiado...
- como filhote de passarinho em mão de piá.

De alma leve...
- como um passarinho.

Mais ligeiro...
- que enterro de bexiguento.

Liso
- como sovaco de santo.

Louco...
- como galinha agarrada pelo rabo.

Mais magro...
- que guri com solitária.

Maldoso...
- como petiço de guri.
- que rato de igreja.
- que sorro de grota.

Mais medroso...
- que velha em canoa.
- que cascudo atravessando galinheiro.

Mais metido...
- que merda em chinelo de dedo.
- que dedo em nariz de piá.

Nervoso...
- como potro com mosca no ouvido.
- como gato em dia de faxina.

Mais nojento...
- que mocotó de ontem.

Pacensioso
- como gato de bolicheiro.

Parado
- que nem água de poço .

Mais perdido...
- que peido em bombacha.
- que cusco em procissão.
- que cego em tiroteio.

Perfumado...
- como mão de barbeiro.

Pior...
- que jacaré sem lagoa.
- que cusco que caiu do caminhão da mudança.

Quente...
- como frigideira sem cabo.

Rebola mais...
- que minhoca nas cinzas.

Sabido...
- como sorro velho.

Seca...
- como tiro de 12 cano-serrado.

Sério...
- que nem defunto.
- feito delegado em porta de baile.
- que nem guri cagado.
- como guri que examina galinha para ver se tem ovo.

Sincero...
- como vaca pro touro.

Sofrendo...
- como joelho de freira na Semana Santa.

Sólita...
- como galinha em gaiola de engorde.

Mais sujo que...
- pau de galinheiro.

Sutil...
- como gato que vai pegar passarinho.

Tradicional...
- como embalagem de Maisena.
- como fórmula de Minâncora.

Tranqüilo...
- que nem cozinheiro de hospício.
- como água de poço.
- como capincho em taipa de açude.

Mais vagaroso...
- que tropeiro de lesma.

Mais virado...
- que bolacha em boca de velha.

Mais à vontade...
- que bugio em mato de boa fruta.

Vivo...
- como cavalo de contrabandista.

Mais velho...
- que andar de pé.

Mais apagado...
- que fogão de tapera

Branco...
- como aipim descascado

Mais caro...
- que argentina nova na zona

Cara amarrada...
- como pacote de despacho

Chorão...
- como terneiro novo

Doído...
- como guasqueaço em testa de negro, em comércio de carreira

Se espalhou...
-como pó de mangueira em pé de vento

Falso...
- feito cobra engambelando sapo

Firme...
- que nem palanque em banhado
- que nem prego em taquara
- feito prego em polenta
- como beliscão de ganso

Leve...
- leve pisada de gato

Mais medroso ...
- que velha em canoa
- que cascudo atravessando galinheiro

Vermelho...
- feito pitanga madura

fonte :http://www.cantogauderio.com.br/index.php/costumes-dos-gauchos/ditados-gauderios.html

Não foi desta vez

Nesta terça-feira, 14 de dezembro , o Internacional de Porto Alegre representante brasileiro e gaúcho no mundial de clubes saiu derrotado do jogo contra o Todo Poderoso Mazembe, o qual mostrou que não foi sorte ter ganho do Pachuca.
Os gaúchos começaram bem. Tiveram várias oportunidades de marcar na primeira etapa, mas pareciam sentir mais nervosismo a cada oportunidade desperdiçada. Sentimento que só aumentou no segundo tempo.
Os jogadores colorados desabaram quando viram o gol do adversário e pareciam não ter mais forças para reagir. O inter ainda teve algumas chances que desperdiçou e como o velho ditado diz: "Quem não faz leva" e o Mazembe aumentou a vantagem. O inter que estava mal morreu na partida e ficou esperando seu término.

Veja os melhores momentos de Inter x Mazembe

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Vídeo

O blog anda meio parado... vi esse video e achei tri de divulgar ;)

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Aos amigos das Bandas de cima

Só mais umas dicas como lidar com o mate, para os amigos que do Sul não são.Para ficarem mais ligado que rádio de preso.

A MÃO DIREITA

Para se receber o mate ou entregar a cuia de mate, deverá ser feito com a mão direita. No caso da mão direita estar ocupada, a pessoa deverá dizer: 


- Desculpe a mão!
Ao que o outro responde: 
- É a mesma, a do coração.
Fora dessa exceção, sempre com a mão direita.

ENCHENDO O MATE
No ato de encher o mate, se pega a cuia com a mão esquerda e o recipiente com a direita. Após, acomoda-se o recipiente e se troca à cuia de mão para matear ou oferecer o mate, seguindo-se, sempre, pelo lado direito, o lado de laçar. O sentido da volta na roda de mate deverá partir pela direita do cavador ou enchedor de mate.

A ÁGUA PARA PREPARAR O MATE
A temperatura da água para preparar o mate nunca deve estar muito quente, pois pode queimar a erva, dando um gosto desagradável ao mate e lavando rapidamente.

O PIALADOR DE MATE
É o indivíduo que, chegando numa roda de mate, se posiciona de tal modo que a cuia fique a sua esquerda, à frente da pessoa que está mateando, lembrando o campeiro que se posiciona estrategicamente à saída da mangueira! O correto quando se chega numa roda de mate é ficar antes do mateador, isto é, tendo a pessoa que está mateando a sua direita.

A ÁGUA DO MATE
A água para o mate nunca deverá ser fervida, pois se tornaria pesada, pela perda de oxigênio, transmitindo um sabor diferente ao mateador. O ideal é quando a água apenas chia.

CEVAR COM CACHAÇA
          Algumas pessoas quando fecham um mate (ato de preparar o mate), costumam, em lugar         de água para inchar a erva, colocar cachaça, pois a cachaça fixa por mais tempo a fortidão da erva-mate, sem deixar o gosto do álcool. Este modo de preparar serve tanto o mate amargo (chimarrão) como para o mate doce. A cachaça é só para iniciar o mate. Uma vez inchada a erva, cospe-se fora a infusão até roncar bem a cuia, esgotando-se completamente o líquido. Depois desta operação, é só seguir cevando normalmente, com água, o mate.

SÓ O CEVADOR PODE MEXER NO MATE
A menos que se obtenha licença, só o cevador deve arrumar o mate, considerando-se falta de respeito alguém mexer sem permissão. Mesmo que o topete (barranco) esteja se desmanchando ou qualquer outro problema com o mate, devemos entregá-lo ao enchedor ou cevador. Podemos, isto sim, ao devolver a cuia, avisá-lo da ocorrência. O bom cevador, cada vez que recebe a cuia, antes de enchê-la, dá uma ajeitada na bomba, de modo que renove o fluxo de seiva, demonstrando, assim, seu conhecimento na intimidade com o mate.

EM RODA DE MATE
É comum, após o primeiro mate, que sempre é do cevador (o que faz o mate), ter início a roda de mate a partir do mais velho ou de alguém a quem se queira homenagear. Quando já estamos mateando e chega alguém a quem desejamos mostrar deferência especial, é fechado um novo mate em sua homenagem.

O PRIMEIRO MATE
Como já falamos, todo aquele que fecha um mate (faz o mate) deve tomar o primeiro em presença do parceiro ou na roda de mate. Este fato tornou-se tradicional devido a épocas remotas em que o mate serviu de veículo para envenenamentos. Por isso, o ato do mateador tomar o primeiro indica que o mate está em condições de ser tomado. Ainda no caso do primeiro mate, outro motivo que nos chega foi devido aos jesuítas, que atribuindo valores afrodisíacos ao mate, e para evitar que os índios passassem a maior parte do dia mateando, tentando afastá-los do hábito, criaram o mito entre os silvícolas cristianizados que Anhangá Pitã (diabo) estava dentro do mate. Mas não foram bem sucedidos os jesuítas e o hábito salutar sobrepujou o temor que lhes fora impresso. Por isso, toda vez que o indígena ia tomar um mate em presença dos outros, tomava o primeiro mate como demonstração que Anhangá Pitã não se encontrava no mate.

RONCAR CUIA
                  Uma vez servido o mate, deve ser tomado todo, até esgotá-lo, fazendo roncar a cuia.

Nossa gente saboreia um bom amargo

Daí Tchê, venho falar do bom e velho mate novamente, e como sempre te mostrando como te portar ou como lidar com o chimarrão, e fazer com que tu não te sintas mais por fora que cotovelo de caminhoneiro.Por isso este post é dedicado aos amigos cariocas,mineiros,nordestinos, os que vem das bandas do norte, e até para os dos cantos aqui do sul.

O ato de prepara o mate pode ser chamado de:
-Cevar o mate
-Fechar o mate
-Fazer o mate
-Ou CHIMARRÃO 


A palavra amargo também é usada em lugar de mate ou chimarrão. Convite para tomar mate:
-Vamos matear?
-Vamos gervear?
-Vamos chimarrear?
-Vamos verdear?
-Vamos amarguear?
-Vamos apertar um mate?
-Vamos tomar um mate?
-Vamos tomar um chimarrão?
-Que tal um mate?


O mate pode ser tomado de três maneiras, em relação à companhia: o mate solito (isoladamente); o mate de parceria (uma companheira ou companheiro) e, finalmente, em roda de mate (em grupo).


O MATE SOLITO
O homem que não precisa de estímulo maior para matear, que sua vontade; no geral, é o verdadeiro mateador.

O MATE DE PARCERIA
A pessoa espera por um ou dois companheiros a fim de motivar o mate, pois não gosta de matear sozinha.

RODA DE MATE
É na roda de mate que esta tradição assume seu apogeu, agrupando pessoas sem distinção de raça, credo, cor ou posse material (o homem vale pelos seus atos). Irmanados dentro deste clima de respeito, o mate vai integrando os homens numa trança de usos e costumes, que floresce na intimidade gaúcha.

O gaúcho nunca pede um mate, por mais vontade que tenha. Poderá sugeri-lo de forma sutil, esperando que lhe ofereçam. Há um respeito mítico, nas rodas de mate, percebido até por pessoas alheias ao meio, trascendendo ao próprio ato de matear. Introspectivo por excelência, induz o homem a uma busca interior, despertando a auto-análise em relação ao meio. Companheiro calado nos mates solitos, se fez vaqueano deste silêncio, onde se amansam sentimentos para a grande compreensão da vida!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Data Máxima dos Gaúchos

O 20 de Setembro em 1835 foi o precursor da liberdade. Sabemos que essa liberdade não foi plena, mas o opurtunidade de briga pelos ideais serviu pra mostrar pra que a raça rio-grandense veio ao mundo.
Foi descoberto numa pesquisa no Brasil que aqui as pessoas sabem o hino do estado e o nacional, diferentemente dos outros estados brasileiros, onde as pessoas mal sabem o do país. Mas uma coisa que descobri a pouco tempo é que, no tempo da ditadura militar, uma estrofe foi cortada :O
Isso aconteceu pelo sentido que ela transmitia. Heis o Hino Sul-Riograndense antes de 1966:

Como aurora precursora
Do farol da divindade
Foi o vinte de setembro
O precursor da liberdade

Mostremos valor e constância
Nesta ímpia e injusta guerra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra
De modelo a toda terra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra


Que entre nós, reviva Atenas
para assombro dos tiranos
Sejamos gregos na glória
e na virtude, romanos


Refrão

Mas não basta pra ser livre
Ser forte, aguerrido e bravo
Povo que não tem virtude
Acaba por ser escravo

Mostremos valor e constância
Nesta ímpia e injusta guerra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra
De modelo a toda terra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Juntos por ti, Grêmio. 107 anos de glórias.

Seja lá quem tu és.  Seja lá o que passa em tua vida, ao longo dos dias. O que te faz acordar todas as manhãs para prosseguir. Aquilo que te move. De inúmeras canções, Blanched (de Leonardo Fleck) entona que “cada um sabe a dor que carrega”. Fato. Vistos individualmente, somos histórias distintas cujos enredos são feitos de meios e fins que transitam entre alegrias e tristezas. Únicos, tão nossos.Ao mesmo tempo em que tão ímpares, somos tão próximos. GREMISTAS de GREMISMO latente, aquele sentimento que decorre do GRÊMIO, do coletivo de pessoas que se reúnem em torno de uma causa ou paixão. Prefiro a segunda, mais bela e poética como a história deste clube que completa hoje 107 anos.Estas despretensiosas linhas estão aqui apenas para resgatar que o GRÊMIO só é GRÊMIO por sua gente, tão diferente, unida por essa paixão comum. Muito mais que a instituição, hoje, quem merece ser cumprimentado é cada gremista. Eu, tu, nossos amigos e desconhecidos. Se o momento não é de glórias, se a década não é de taças, o momento é de celebrar a amizade que nos une e conecta pessoas tão diferentes e tão comuns.Num cruzar de olhares te estendo um abraço e digo :
Parabéns gremistas. Jamais deixem essa chama se apagar.
Texto retirado do Blog Grêmio Copero. 

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Vote consciente Tchê!

Olá gente buena, te aprochega que o assunto é sério. Inspirada pelo o que Lucas disse em sua última postagem, venho aqui dizer a minha opinião sobre as eleições. Este é o primeiro ano que voto, e fico admirada com o que certas pessoas falam a respeito desta democratização,onde elas se dizem cansadas de tantas promessas e nenhuma ação.Vivemos em um país com um amplo território, com uma riqueza hídrica e florestal,de uma tamanha biodiversidade.Temos capacidade de ser muito mais, é só refletir em que mãos vamos botar o futuro da nação.Não desistam.A disputa pelo poder é grande, e as propostas são das mais adversas possíveis.Um exemplo, do qual eu acho um ato de pessimismo é do candidato Tiririca que trás o lema: Pior do que tá, não fica! E fazendo palhaçada assim na TV vai melhorar algo? Acho ele um cara super engraçado, mas ficar fazendo graça com o futuro de uma nação, não é nada atrativo. Sei que ele pode fazer muito como cidadão, mas que então dê suas propostas e mostre com RAZÃO suas ideias. Já chega de palhaçada,onde representam todos os brasileiros. O público tem total acesso as propostas dos candidatos ,e por isso peço caros cidadãos: Pesquisem, questionem, reflitam. E no dia de apertar o botão confirme, vote consciente tchê.Tenham noção de que não estão cumprindo apenas um dever, mas sim um direito de nós brasileiros de lutar por um Brasil melhor. 

sábado, 11 de setembro de 2010

Passando da história para o presente

Com esse clima de eleições que estamos, vejo que muitas pessoas do meu convívio estão procurando se informar e ver quem poderá ser o representante que será melhor para o nosso estado e para o Brasil.Como um professor meu diz, não quero tomar partido e peço que todos avaliem seus candidatos.Sei que esse papo de olhe, analise, já está começando a incomodar ,mas é isso que temos que fazer.Não podemos nos basear no que a imprensa ou outras pessoas nos dizem temos que tirar nossas próprias conclusões por isso precisamos procurar ser insistentes para ver quem realmente colocaremos no poder para que o Rio Grande e o Brasil possam crescer cada vez mais.

11 de Stembro de 1836

Na data do título era proclamada a República Riograndense pelo General Neto após a vitória na Batalha do Seival. Tal feito foi mantido até 1845 ao final da guerra. Guerra esta que muitas pessoas que criticam os gaúchos dizem que foi perdida quando, na verdade, a única coisa que não ficou como nós queriamos foi o fato da não separação.
Há diversas opiniões sobre se o Rio Grande do Sul deveria ser independente ou não. Mas o problema maior é a falta de argumentação de quem defende um lado ou outro. Eu, pelo menos, penso que é muito relativo pensar em como teria sido se fossemos um país. Vendo o desenvolvimento, a questão da industrialização e energética que o Brasil teve, é possível concluir que sairiamos perdendo porque dependeriamos dele e outros países. Apesar disso não acho absurda a ideia, afinal de contas, agora, com as novas tecnologias, acredito que se nosso estado fosse separado do resto do território, teria condições de andar com as próprias pernas.